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“É muito fácil falar mal de uma empresa pequena”, diz desenvolvedor de Trigerrun

Você já deve ter ouvido falar de um jogo chamado Triggerun; um jogo que promete rodar em seu PC por mais fraco que ele seja.

Muitos estão falando desse jogo como uma cópia ou imitação de jogos já conhecidos do gênero que mistura MOBA e FPS devido as semelhanças dos personagens e suas habilidades no game; mas devemos encarar como uma outra perspectiva nessa categoria, visando jogadores que estão iniciando no mundo de games FPS.

Graças à Rosa Arrais Comunicação, recebemos keys exclusivas para jogar a beta do game com dois novos heróis, Shogun e Jhonny. 

Jhonny: Um soldado que possui uma arma de assalto de alto impacto, granadas armadilha e um lança míssil, seu especial constitui em uma mira automática que faz com que ele não erre nenhum tiro.

Shogun: é um arqueiro que tem variadas flechas de poder e a habilidade de escalar paredes, seu especial consiste em uma flecha super poderosa em formato de Fenix.

A introdução/tutorial do game é bem simples e rápida, até porque ela é feita com apenas um dos heróis; após o tutorial você está livre para jogar as partidas rápidas em algumas categorias de competição como o TEAM, que consiste em o time que matar mais ganha; ou o CONTROL, que não é nada mais do que uma captura de objetivo entre equipes rivais. Também temos outros modos de jogo como o ESCORT, aberto recentemente. 

O que é Trigger Run ?

Triggerun é um jogo desenvolvido pela 2AXION, foi desenvolvido em Los Angeles e na China, mas está completamente dublado para o português.

Durante a BGS 2018, conversamos com Mario Silveira, o CEO da 2AXION. Ele diz buscar uma maior competitividade, criando um jogo extremamente leve (100 Mb para ser mais exato) e que tem definições consideradas de PCs de “entrada”, Triggerun busca ser o mais acessível para o máximo de pessoas.

E referente às criticas comparando com outros jogos ?

Mario diz se sentir feliz e lisonjeado quando o comparam com os concorrentes, pois sabe que está fazendo um bom trabalho e está sendo visto por causa disso. Aceitando de uma forma aberta, mostrando que seu foco não é a criação de intrigas.

“O pessoal que joga Trigerrun não é o pessoal que joga esses outros concorrentes”, diz Mario. ”As pessoas vêm pra cima [criticando] por que a gente é uma empresa pequena, é muito fácil você falar mal de uma empresa que tá aqui na área indie [da BGS]. Eu quero ver irem atrás do Fortnite e questionar se eles copiaram o modelo do PUBG” continua. 

” A gente tenta não focar em coisas negativas, a empresa é bem positiva. A gente tem que começar de algum lugar, e a gente acha que tá fazendo um bom trabalho. ”

BT : Pra quem tá começando a desenvolver jogo indie no Brasil, o que você recomenda  para buscar incentivo, apoio, e finalizar seu game ?

MS : “É uma coisa que eu não posso falar com muita propriedade por que eu não sei, mas eu sei que existem projetos fundados por editais, eu aconselho o pessoal a correr atrás disso; e eu aconselho o pessoal também a sair do Brasil, e fazer reuniões com pessoas lá fora, ir tanto pra Europa, quanto por Estados Unidos, quanto pra Ásia, são mercados muito aquecidos. O desenvolvimento lá está anos luz a frente do Brasil. É muito bom você conhecer o mundo, aprender inglês, ir atrás do seu sonho se ele não se realizar aqui. ”

BT : Onde você espera que o jogo chegue no futuro ? Em qual patamar imagina que a 2Axion estará daqui pra frente ?

MS : A gente não tá aspirando grandes coisas. A gente quer uma comunidade ativa, educada, humilde. Isso que a gente tá esperando na 2Axion. Não somos uma empresa que vai trabalhar jogos mais fortes, high-engine. A gente tá chegando pra atacar o mercado brasileiro como ele realmente é. Fora dessa realidade que você tá vendo aqui na BGS, que não é a realidade do desenvolvedor de games no Brasil. 

O Bitered esteve na BGS 2018 com apoio da Star Computer Itu. 
Acesse o site e confira os preços, ou ligue pelo número  (11) 4023-2086

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