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Where Light Pour In (2018): um convite para entrar na simplicidade e nos nuances da vida

‘Where Light Pour In’ de Gustavo Bertoni transborda os fragmentos da sua particularidade, exaltando-os de uma forma minuciosa, fina, rica e suave.

Gustavo Bertoni, mais conhecido como o vocalista e guitarrista da banda de Brasília, Scalene, traz para o seu segundo álbum solo, ‘Where Ligth Pour In‘ traços notáveis da musicalidade da banda entre os acordes reflexivamente harmônicos, aplicados com a mais doce e rica, lirica, que agora, cantadas no idioma inglês.

Desde o começo do álbum com a faixa Bluebird, percebe-se, que a autoria e a dedicatória de Bertoni ao falar de amor, transcende simples arranjos e composições, ele manifesta de uma forma tão particular e formosa o simples desejo de estar ao lado de alguém que você ame e ainda demonstra não limitar-se apenas entre essas relações amorosas nas demais faixas, alternando para temas contemporâneos, desde, vaidade, ansiedade até a inocência na infância.

Melancólico na mesma medida em que oferece a doçura entre as harmonias, é de tamanha perfeição como cada faixa propõe-se a navegar, entre os solos de guitarra, sintetizadores, até a suave voz de Gustavo que soa como algo contemplativo, limpo, como é bastante notável na faixa, Wanderlust e em todas as outras, como um traço.

Ouvir ‘Where Light Pour In’ é como sentar sobre a areia de praia e contemplar a beleza de cada detalhe, é sentir a brisa pela janela do carro, é a sensibilidade é o amor é o autoconhecimento é where light pour in.

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